Diarreia constante e diarreia com sangue provocada por infecção intestinal devido à bactéria Escherichia Coli

Os sintomas de diarreia e diarreia com sangue provocada por infecção intestinal pode ter diferentes causas. Uma das causas muito presente nos casos de diarreia com sangue e diarreia constante é por conta da bactéria Escherichia Coli.

Muitos tipos de bactéria Escherichia coli já forma catalogados e em sua maioria provoca diarreia constante e infecção intestinal. O tipo mais perigoso desta bactéria é o E. Colli 0157.

Apesar de existirem centenas de tipos de Escherichia coli (comumente referido como E. coli), apenas cinco são os mais estudados e conhecidos por causar doenças nas pessoas. Nos Estados Unidos, o CDC estima que existem 73.000 casos de infecção por E. coli, que conduzem a alterações metabólicas com infecção intestinal e diarréa constante ou diarreia com sangue. Atingem ainda cerca de 60 mortes, em cada ano.

O * estirpe mais perigosa de E. coli, 0157: H7, é encontrada no intestino dos bovinos. As pessoas costumam se infectar com a bactéria ao comer carne moída mal cozida, embora a água contaminada, produtos lácteos não pasteurizados e sucos, e até mesmo frutas e legumes podem ser fontes de infecção em locais com animais infectados.

A Infecção por E. coli pode causar cólicas abdominais e diarréia com sangue, que duram cerca de 5 dias. A maioria das pessoas não necessitam de tratamento, embora as pessoas com sistemas imunitários fracos, crianças e idosos terão de ser hospitalizado, se desenvolver uma infecção grave.

Sempre em casos de diarréa com sangue é prudente buscar auxilio e diagnóstico médico para identificar a origem e causa do problema, lembrando que a diarreia é somente um sintoma de que algo não está bem no organismo e, simplesmente inibir ou estancar a diarreia pode acabar impedindo que o organismo continue dando o alerta desta alterações, o que pode ser ainda mais prejudicial.

Voce pode ver mais sobre diarreia e diarreia com sangue, assim como saber outros sinais e sintomas da infecção intestinal, acessando esta categoria neste site ou clicando nos links desta página.

 

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A infecção intestinal e a doença de diarréia crônica em adultos

A infecção intestinal e a doença diarréica

A infecção intestinal é um síntoma que denota um quadro de diarréia crónica muitas vezes provocada por agentes bacterianos ou por reações orgânicas a medicamentos, alimentação, intoxicação, etc.

A infecção intestinal em adultos pode estar relacionada a um agente específico denominado Giardia Lamblia ou Giardíase

Modo de transmissão – a transmissão de Giardia lamblia de pessoa a pessoa ocorre por transferência dos cistos presentes nas fezes de um indivíduo infectado, através do mecanismo mão-boca. É provável que as pessoas infectadas porém assintomáticas (situação muito comum), são mais importantes na transmissão do agente do que aquelas pessoas que apresentam diarréia (infecção sintomática). A transmissão ocorre quando há a ingestão de água contaminada com fezes contendo o cisto, e com menor freqüência, por alimentos contaminados pelas fezes. As concentrações de cloro utilizadas para o tratamento da água não matam os cistos da Giardia, especialmente se a água for fria; água não filtrada proveniente de córregos e rios expostos a contaminação por fezes dos seres humanos e dos animais constitui uma fonte de infecção comum. A Giardia não é transmitida através do sangue. Pode ser transmitida também através da colocação de algo na boca que entrou em contato com fezes contaminada; da ingestão de água contaminada por Giardia; agua de piscinas, lagos, rios, fontes, banheiras, reservatórios de água que possam estar contaminado por fezes de animais e/ou seres humanos infectados ou  através da ingestão de alimentos mal cozidos contaminado por Giardia

Agente etiológico – Giardia lamblia, protozoário flagelado, foi inicialmente chamado de Cercomonas intestinalis por Lambl em 1859 e renomeado Giardia lamblia por Stiles, em 1915, em memória do Professor A. Giard,  de Paris e Dr. F. Lambl, de Praga.

  1. Apresenta duas formas: Trofozoíto e Cisto
Trofozoíto:   Formato de pêra com simetria bilateral. Face dorsal lisa e convexa. Face ventral côncava com uma estrutura semelhante a uma ventosa (disco ventral, adesivo ou suctorial), apresenta os corpos medianos (logo abaixo da suctorial), dois núcleos e quatro pares de flagelos que se originam dos corpos basais.
Cisto: É oval e apresenta as mesmas estruturas mas de forma desorganizada

Descrição da doença – doença diarréica causada por um protozoário Giardia  lamblia); nas infecções sintomáticas apresenta um quadro de diarréia crônica, esteatorréia, cólicas abdominais, sensação de distensão, podendo levar a perda de peso e desidratação. Pode haver má absorção de gordura e de vitaminas lipossolúveis. Normalmente não há invasão extraintestinal, porém, às vezes, os trofozoítos migram pelos condutos biliares ou pancreáticos e ocasionam inflamações. Algumas infecções são assintomáticas.

Ciclo de vida:

Os cistos (1) de G. lamblia, de 12 mm, são ingeridos pelo homem via água ou alimentos contaminados, a ação das enzimas digestivas provoca o desencistamento, dando origem aos trofozóitos (2), de 10 a 20 mm,  que multiplicam-se  no intestino delgado por divisão binária e chegam à luz do intestino onde podem ficar livres na luz intestinal ou se fixarem na parede do duodeno. No ceco, formam-se novamente os cistos, que são eliminados nas fezes. O tempo entre a ingestão dos cistos e o aparecimento dos sintomas de giardose é de uma a três semanas. A infecção intestinal se manifesta por febre, náuseas, diarréia secretora, flatulência, dor, distensão abdominal, podendo ocorrer disenteria, durante uma semana, decorrentes de irritabilidade, atrofia de vilosidades intestinais, secreção de muco, alteração da flora microbiana intestinal saprófita. O diagnóstico é feito por visualização direta dos cistos ou trofozoítos nas fezes e por ensaio imuno-enzimático.

No ambiente podem sobreviver meses na água fria, através de sua espessa camada.

Período de incubação – depois de um período de incubação que varia de 5 a 25 dias, com uma média de 7 a 10 dias, podem aparecer infecções sintomáticas típicas.

Susceptibilidade e resistência – a taxa de portadores assintomáticos é alta e a infecção costuma ser de curso limitado. Não existem fatores específicos do hospedeiro que influenciam na resistência.

Medidas de controle – 1) notificação de surtos – a ocorrência de surtos (2 ou mais casos) requer a notificação imediata às autoridades de vigilância epidemiológica municipal, regional ou central, para que se desencadeie a investigação das fontes comuns e o controle da transmissão através de medidas preventivas (medidas educativas, verificação das condições de saneamento básico e rastreamento de alimentos). Orientações poderão ser obtidas junto à Central de Vigilância Epidemiológica – Disque CVE, no telefone é 0800-55-5466. 2) medidas preventivas – a infecção é prevenida evitando-se ingerir água ou alimentos que possam estar contaminados com as fezes; educação sanitária desempenha um importante papel na prevenção da doença; a água proveniente de abastecimentos públicos localizados em áreas de risco devem ser filtradas; etc.. 3) medidas em epidemias – a investigação epidemiológica dos casos é necessária ser feita em grupos, uma região ou instituição, para saber precisamente a fonte de infecção e o modo de transmissão; com o intuito de identificar e eliminar o veículo comum de transmissão. O controle da transmissão de pessoa-a-pessoa requer higiene rígida pessoal e disposição sanitária das fezes.

Conduta médica e diagnóstico – a giardíase é diagnosticada pela identificação dos cistos ou trofozoítos nas fezes; o médico deve repetir o exame pelo menos três vezes antes de fechar o diagnóstico, através de exames diretos e processos de concentração. A identificação de trofozoítos no liquido duodenal e na mucosa através da biopsia do intestino delgado pode ser um importante método diagnóstico. É muito importante que seja feito o diagnóstico diferencial com outros patógenos que podem causar um quadro semelhante. A suspeita de casos de Giardia e outras diarréias devem ser notificadas à vigilância epidemiológica local, regional ou central, para que a investigação epidemiológica seja desencadeada na busca dos fatores causadores e medidas de controle sejam tomadas. O serviço de saúde deve registrar o quadro clínico do paciente e sua história de ingestão de água e alimentos suspeitos nas últimas semanas, bem como, solicitar os exames laboratoriais necessários para os casos suspeitos.

Tratamento – o tratamento deve ser feito com metronidazol ou tinidazol. Apesar da doença infectar todas as pessoas, crianças e mulheres grávidas podem ser mais susceptíveis a desidratação causada pela diarréia, portanto, deve-se administrar fluiodoterapia se necessário. Furazolidona é também utilizada no tratamento de amebíases.

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Principais causas da Infecção Intestinal em Adultos: sintomas e características iniciais do desarranjo intestinal

As principais causas da infecção intestinal em adultos

A infecção intestinal pode ter diferentes causas e origens. As consequências da infecção intestinal em adultos provoca desarranjo intestinal, dores pélvicas, cólicas intestinais, diarreia liquida e constante, além de perda metabólica.

Infecções intestinais que levam à diarreia em adultos podem ser originadas de alimentação, fermentação de alimentos, exageros alimentares, uso de líquidos, ou provocadas por viroses, bactérias.

A infecção intestinal deve ser considerada preocupante quando as evacuações ultrapassarem em mais de três vezes o habitual, quando as fezes estiverem com sangue, líquidos gosmentos, dores concomitantes, cólicas sem evacuação, pressão no intestino e acompanhadas ou não de vômitos, azia, constipação, febre, prurido.

O tratamento para infecção intestinal baseia-se na sua gênese ou origem, pois em cada caso é necessário a avaliação médica para os procedimentos eficazes e que não prejudiquem ainda mais a flora intestinal.

Os protocolos iniciais para tratamento da infecção intestinal indicam a hidratação imediata, interrupção de alimentação, de bebida alcoólicas, repouso e avaliação médica.

A diarreia constante provocada pela infecção intestinal deve ser considerada por uma avaliação metabólica, pois o uso de inibidores pode esconder sintomas importantes que precisam ser avaliados, pois interferem diretamente na absorção de nutrientes que passam pela corrente sanguínea.

Parasitas e outros agentes podem provocar a infecção intestinal em adultos, quer seja introduzidos por uma alimentação crua, alimentos e utensílios não esterelizados, alimentos contaminados, agentes estressores, etc.

A avaliação criteriosa da diarreia propicia o conhecimento das causas e consequências da infecção intestinal, podendo combate-la de forma a aliviar os sintomas e, ao mesmo tempo, permitir o restabelecimento da flora responsável pela lubrificação enzimática do intestino.

Neste site temos relacionadas os principais agentes da infecção intestinal, da diarréia constante, rotavirus, consequências da infecção intestinal.

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Lumbrigas e Diarréia em crianças: Infecção intestinal causada por parasitas

Infecção intestinal por parasitas em crianças: Crianças com diarréia e infecção intestinal

Algumas causas da infecção intestinal e da diarréia em crianças está associada a manifestação do organismo por conta de parasitas instalados no intestino ou em outros órgãos do corpo.

Parasitas intestinais estão disseminados em áreas com saneamento precário e são mais comuns em países tropicais e em desenvolvimento como no continente Africano, Asiático e continentes sul-americano.

Eles não são um grande problema no mundo, pois afetam crianças principalmente que possuem um sistema imunológico mais frágil provocando diarréia constante e infecções intestinais perigosas.

Os tipos de parasitas que se hospedam no intestino podem ser as lumbrigas, tênias ou micro-organismos que invadem o órgão provocando reações metabólicas que geram a diarréia intestinal.

As manifestações da diarréia deve ser avaliadas pelo méedico solicitando histórico da doença e de comportamentos, bem como de fatores de riscos que podem sugerir a presença de parasitas.

Os exames patológicos podem confirmar a suspeita e servir de base para que o profissional inclua um plano de combate que favoreça o restabelecimento da flora intestinal e o retorno das condições ótimas do organismo.

A diarréia pode ter diferentes causas e deve ser investigada, principalmente em crianças, para que comprometa o mínimo possível o desenvolvimento e não prejudique o sistema de saúde.

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Infecção intestinal e Diarréia constante: Diarréia causada por parasitas intestinais

Infecção intestinal provocada por parasitas intestinais

A diarréia intestinal pode ser uma reação do organismo provocada por parasitas intestinais
Parasitas são organismos como protozoários (animais unicelulares), vermes ou insetos que vivem dentro de um organismo humano ou de outros para sobreviver. Os parasitas vivem à custa do hospedeiro e podem causar a doença.
Em humanos, três tipos de parasitas intestinais podem viver no intestino delgado e grosso: tênias, lombrigas (ou nematóides) e protozoários.

Certos tipos permanecem no intestino, enquanto outros saem do intestino para invadir outros órgãos ou para contaminação pelas fezes

Alguns são tão pequenos que só podem ser vistos sob um microscópio, outros podem ser de alguns metros.

A maioria das tênias e lombrigas desenvolvem-se no corpo humano e colocam seus ovos lá. Os ovos, em seguida, passam para fora do corpo através das fezes  ou movimentos intestinais e podem infestar outras pessoas.
Parasitas intestinais existem em todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 3,5 bilhões de pessoas no mundo estão infestadas com algum tipo de parasita intestinal, e muitas pessoas, em torno de 450 milhões, estão doentes como resultado desta infecção.

As crianças são mais freqüentemente infectadas com estes parasitas.
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Como identificar e diagnosticar as infecções intestinais e intoxicações alimentares?

Como identificar e diagnosticar as infecções intestinais e intoxicações alimentares?

Muitos casos de infecção intestinal são tão leves que passam despercebidos.

Outras pessoas apresentam sinais e sintomas de infecção e diarréia, porém melhoram em tempo curto sem que o paciente sequer busque um médico.

Os sintomas de gastroenterite, ou seja, náuseas, vômitos, dor abdominal, diarréia e perda de apetite, são comuns a muitas infecções intestinais e outras doenças também.

Quando o paciente vai ao médico, este pode avaliar e identificar fatores predisponentes e pode diagnosticar uma infecção intestinal ou intoxicação alimentar com base em um exame físico e sua história de sintomas e ingestão de alimentos.
Para os casos leves provavelmente não serão necessários nenhum teste de laboratório, e a verdadeira causa da infecção pode nunca ser conhecida. Nos casos mais graves da doença, no entanto, os médicos poderão coletar amostras de uma evacuação e analisar sob o microscópio e enviar para o  culto, a fim de identificar o microrganismo envolvido.

É importante saber as causas da infecção intestinal e quais os agentes envolvidos para se evitar uma epidemia ou uma infecção generalizada em uma coletividade.

Por exemplo, a gripe suína causa um tipo de infecção que altera o organismo provocando sintomas de febre, irritação da garganta, tosse, além de sintomas gastrointestinais que envolvem a diarréia, vômitos e cólicas intestinais.

A contaminação por água, esgotos e outros agentes químicos ou orgânicos podem afetar toda uma população caso não seja detectado antecipadamente analisando os primeiros casos registrados na comunidade.

Doenças mais graves também podem apresentar inicialmente sintomas como diarréia, febre, cólicas e infecções gástricas.

O médico consultado deve estar informado sobre outros casos presentes na região, bem como, alertar a população em caso de suspeita de contaminação em massa.

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Risco em comer comida contaminada: Infecção intestinal e vírus da hepatite A

Comer Comida contaminada e o vírus da Hepatite A

Ingerir comida contaminada pode ter como consequencia a infecção intestinal, a diarréia e ainda o risco de ficar contaminada pelo vírus da hepatite tipo A.

A hepatite A é provocada por um vírus que é encontrado em água contaminada por esgoto, em moluscos de água contaminada, e em frutas e hortaliças cultivadas em solo contaminado.

O vírus pode ser transmitido quando as pessoas comem ou bebem comida ou água contaminada ou de pessoa para pessoa durante a relação sexual.

As pessoas infectadas que manuseiam ou preparam alimentos podem transmitir o vírus se tocar na comida depois de ir ao banheiro e não lavar as mãos cuidadosamente.
Algumas pessoas com hepatite A não mostram sinais de doença, mas alguns dos sintomas que pessoas contaminadas podem desenvolver e que indicam a presença da doença que pode ser a febre, cansaço extremo, perda de apetite, náuseas e vômitos.

A doença por hepatite A causa ampliação do fígado e na pele podem aparecer amarelados, uma condição conhecida como icterícia.

A doença pode levar a danos permanentes ao fígado, embora isso seja raro.

Os sintomas aparecem de 2 a 4 semanas após a infecção e pode durar várias semanas ou meses.

Existe uma vacina para proteger as pessoas com alto risco de infecção por hepatite A.

 

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Infecção intestinal por comer carne de frango ou por leite não pasteurizado. Diarréia por campilobatéria

A infecção intestinal e a diarréia provocada por bactéria pode estar associada a campulobacteria.

Este é o tipo mais comum de diarréia bacteriana.

Campylobacter jejuni (je-joo-nee) é responsável por cerca de 99 por cento dos casos de diarréia por bactéria.

Estima que mais de 2 milhões de pessoas por ano, ou quase 1 por cento da população tenha contraído a diarréia por conta desta bactéria e gerado a infecção intestinal.
A Campilobacteria vive em animais, especialmente aves. Os humanos são infectados após a ingestão de aves que não tenham sido bem cozidas.

Surtos de também ter ocorrido após as pessoas beberemágua contaminada ou leite não pasteurizado.
Os sintomas da doença começam 2 a 5 dias após a infecção e incluem diarréia (muitas vezes com sangue), cólicas e dores abdominais e febre.

A maioria das pessoas se recupera por conta própria dentro de 2 a 5 dias sem necessidade de medicação.
Outros tipos de bactéria também podem provoca a diarréia e a infecção intestinal e devem ser consultadas.

Entre nos links desta página e conheça as demais causas da diarréia crônica, diarréia constante, infecção intestinal.

Acesse nossas página e descubra mais conteúdos sobre infecção intestinal e como tratar os desequilíbrios intestinais.

 

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Infecção intestinal: Intestino solto – Diarréia constante – diarréia muito forte

As causas da infecção intestinal e da diarréia podem por contato com pessoas ou organismos infectados que são transmissores da doença.

Isso significa que uma pessoa que não tenha aparentemente os sintomas da infecção e se mostra saudável, podem espalhar a infecção para outras pessoas.

diarréia constante

diarréia muito forte

A estirpe mais perigosa da infecção intestinal provocada por bactérias e diarréia provocada por E. coli 0157: H7, que é encontrado no intestino do gado.

As pessoas geralmente se infectam com as bactérias por comer carne moída mal cozida, embora a água contaminada, produtos lácteos não pasteurizados e sucos, e até mesmo frutas e legumes podem ser fontes de infecção.
A infecção por E. coli pode causar cólicas abdominais e diarréia sanguinolenta, que duram cerca de cinco dias. A maioria das pessoas não necessita de tratamento, embora aqueles com sistema imunológico fraco, e as crianças e os idosos terão que ser internados se desenvolver uma infecção grave.

 

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Infecção intestinal por bactérias: Causas da diarréia e das cólicas intestinais

Sintomas da Infecção intestinal e cólicas intestinais causadas por bactérias tipo Shigella e  Escherichia Coli

Infecção intestinal por Shigella

Shigelose causada por Shigella, um tipo de bactéria que provoca a  inflamação da mucosa do intestino delgado. Nos Estados Unidos, cerca de 18 mil casos são relatados  em cada ano, embora o número real pode ser 20 vezes maior.

infecção intestinal

infecção intestinal

As crianças estão especialmente em risco de contrair a infecção, pois a shigelose é transmitida através das fezes  ou movimentos intestinais.

A doença pode apresentar complicações nesta faixa etária, inclusive  apreensões.

Os sintomas da shigelose incluem diarréia (às vezes com sangue ou muco ), febre, náuseas, vômitos, cólicas abdominais.

A maioria das pessoas se recupera sem tratamento, geralmente dentro de uma semana, embora os médicos podem prescrever antibióticos para pacientes para manter a propagação da doença.

Infecção intestinall pode Escherichia coli

Apesar de existirem centenas de tipos de Escherichia coli (comumente referida como E. coli), estas bactérias possuem poucas variantes,  apenas cinco são conhecidos por causar doenças nas pessoas. Nos Estados Unidos estima-se que existem 73.000 casos de infecção por E. coli, levando cerca de 60 mortes, a cada ano.

As conseqüências da infecção intestinal provocadas por esta bactéria não se relaciona somente aos danos nos intestinos. Observa-se convulsões que são explosões repentinas de desorganização da atividade elétrica que a interrupção de funcionamento normal do cérebro, muitas vezes levando a movimentos descontrolados do corpo e, por vezes, uma alteração temporária da consciência.

Alterações corporais e orgânicas das infecções intestinais

* Muco  é uma substância grossa e escorregadia, que reveste o interior de muitas partes do corpo.

* Abdominal  refere-se à área do corpo, abaixo das costelas e acima do quadril, que contém o estômago, intestinos e outros órgãos.

* cepa é um subtipo de um organismo, como um vírus ou bactéria.

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