Diarreia intensa e diarreia constante e o Vírus Ebola

O medo das pessoas por conta da  Diarreia constante e o Virus Ebola

O medo da diarreia é observável em pessoas que percebem um funcionamento anormal em seu intestino. A infecção intestinal é uma das causas da diarreia constante ou da diarreia muito forte.

Porém outros fatores podem estar dando origem a uma diarreia ou dor intestinal e que não está relacionada a infecção intestinal. Como por exemplo, quando foi ingerido uma alimentação comprometida, ou até mesmo por um estresse vivenciado de forma intensa.

A maioria dos sons que ouve do seu estômago e intestinos são derivados da normal digestão e não merecem atenção. Há muitas doenças que podem provocar hiperatividade ou hipo-actividade de sons intestinais. A maioria é inofensiva e nãoprecisa de tratamento. De seguida está uma lista de doenças mais graves que podem causar sons intestinais anormais. Hiperatividade, hipo-actividade, ou inexistência de sons intestinais:

O medo da diarreia e do Síndrome de Ebola

O vírus ebola parece estar novamente assustando a população mundial

Até 23 de julho, a OMS tinha contabilizado ao todo 1.201 casos de ebola e 672 mortes pela doença em Guiné, Serra Leoa e Libéria. De acordo com dados da organização, até agora, Conacri, Guéckédou, Boffa, Dubreka e Siguiri são os distritos mais afetados e os que contam com vigilância constante.

“Estamos fortalecendo a capacidade destes países para evitar que pessoas que foram expostas à doença saiam do país. Em outras palavras, cada país se comprometeu a fazer algo que não é fácil e teremos a nossa equipe fazendo provas de diagnóstico para garantir que as pessoas que não devem viajar, não viajem”, disse.

A doença tem taxa de mortalidade de perto de 90% e entre os sintomas há a aparição súbita de febre, dores musculares, de cabeça e de garganta, assim como fraqueza extrema. Os sintomas iniciais são geralmente seguidos de vômitos, diarreia, erupções cutâneas, disfunção renal e hepática e em alguns casos, hemorragias internas e externas, segundo a OMS.

 

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Diarreia constante e diarreia com sangue provocada por infecção intestinal devido à bactéria Escherichia Coli

Os sintomas de diarreia e diarreia com sangue provocada por infecção intestinal pode ter diferentes causas. Uma das causas muito presente nos casos de diarreia com sangue e diarreia constante é por conta da bactéria Escherichia Coli.

Muitos tipos de bactéria Escherichia coli já forma catalogados e em sua maioria provoca diarreia constante e infecção intestinal. O tipo mais perigoso desta bactéria é o E. Colli 0157.

Apesar de existirem centenas de tipos de Escherichia coli (comumente referido como E. coli), apenas cinco são os mais estudados e conhecidos por causar doenças nas pessoas. Nos Estados Unidos, o CDC estima que existem 73.000 casos de infecção por E. coli, que conduzem a alterações metabólicas com infecção intestinal e diarréa constante ou diarreia com sangue. Atingem ainda cerca de 60 mortes, em cada ano.

O * estirpe mais perigosa de E. coli, 0157: H7, é encontrada no intestino dos bovinos. As pessoas costumam se infectar com a bactéria ao comer carne moída mal cozida, embora a água contaminada, produtos lácteos não pasteurizados e sucos, e até mesmo frutas e legumes podem ser fontes de infecção em locais com animais infectados.

A Infecção por E. coli pode causar cólicas abdominais e diarréia com sangue, que duram cerca de 5 dias. A maioria das pessoas não necessitam de tratamento, embora as pessoas com sistemas imunitários fracos, crianças e idosos terão de ser hospitalizado, se desenvolver uma infecção grave.

Sempre em casos de diarréa com sangue é prudente buscar auxilio e diagnóstico médico para identificar a origem e causa do problema, lembrando que a diarreia é somente um sintoma de que algo não está bem no organismo e, simplesmente inibir ou estancar a diarreia pode acabar impedindo que o organismo continue dando o alerta desta alterações, o que pode ser ainda mais prejudicial.

Voce pode ver mais sobre diarreia e diarreia com sangue, assim como saber outros sinais e sintomas da infecção intestinal, acessando esta categoria neste site ou clicando nos links desta página.

 

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Criança com diarreia com sangue: Cuidados necessários na diarreia com sangue e na diarreia constante

O que fazer na crise de diarreia com sangue ou na diarreia constante ou na diarreia aguda:

Os sintomas de diarreia e diarreia constante ou diarreia aguda são sinais de que nosso organismo está reagindo por conta de uma infecção intestinal, vírus, bactérias ou fungos que estão invadindo e prejudicando nosso metabolismo.

Estes sinais não devem ser somente combatidos, ou seja, não se deve somente cessar a diarreia, pois nosso organismo está avisando que algo não está bem e precisamos avaliar e descobrir as razões que levaram a isto.

No caso da diarreia constante ou diarreia com sangue alguns cuidados devem ser tomados para controle a avaliação da doença.

A mãe deve ser orientada para avaliar a criança procurando os seguintes sinais clínicos de piora:

 A criança Não consegue beber nem mamar no peito;

 Ocorre Piora do estado geral do bebê ou da criança;

 Ocorre Diminuição da diurese;

 A criança apresenta Sede aumentada;

 Pode ser observado Sangue nas fezes.

Com o surgimento de qualquer um destes sinais a criança deverá ser  reavaliada urgentemente pelo médico ou profissional habilitado para um diagnóstico mais apurado e para as medidas necessárias de combate e identificação do foco de origem.

É importante ainda ressaltar que:

 Criança com sinais de desidratação sem risco imediato de choque.

A reidratação oral com SRO é o tratamento de escolha para estas crianças. Não devem  ser usados refrigerantes, chás ou outros líquidos ou alimentos até o desaparecimento dos sinais de desidratação, com exceção dos lactentes alimentados ao seio, que deverão continuar a receber esse alimento junto com a SRO. Esta fase de reidratação deverá ser realizada no Serviço de Saúde e a criança só deve ser liberada para domicilio após desaparecimento dos sinais de desidratação. Para que se alcance sucesso na reidratação (que ocorre em cerca de 80 a 85% das vezes), a criança deve ser hidratada por cerca de 4 a 5 horas. Algumas orientações devem ser observadas:

 A quantidade de SRO ingerida dependerá mais da criança. Como parâmetro inicial, oferecer cerca de 20 a 30 ml para Kg/hora, em volumes pequenos de cada vez, com intervalos de ingestão de cerca de 10 a 15 minutos;

 Se a criança vomitar, o volume administrado deve ser reduzido, e a freqüência de administração aumentada;

 Como os sinais de desidratação desaparecem progressivamente, as crianças devem ser reavaliadas periodicamente (no mínimo a cada hora);

 Ao desaparecerem os sinais de desidratação, iniciar alimentação naquelas crianças que não fazem uso de leite humano. A partir daí, após cada evacuação líquida, oferecer SRO (de 50 a 200 ml, dependendo do peso da criança);

 O aleitamento ao seio deverá ser mantido e estimulado durante o período de reidratação, com medidas concretas de apoio à mãe;

 Para as crianças que recebem outros alimentos, que não o leite humano, enfatizar a importância de maior aporte calórico durante o  período de convalescência, para acelerar a recuperação nutricional;

 A criança deve ser reavaliada no Serviço de Saúde após 24 hs da alta. A família deve ser  orientada para sinais que indiquem recaída do quadro clinico:  sede intensa, vômitos, piora da diarréia, irritabilidade, prostração ou diminuição da diurese. Nestes casos, orientar para  oferecer SRO à criança e procurar imediatamente o Serviço de Saúde.

 

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Diarreia com sangue e infecção intestinal: Infecção intestinal e diarreia com sangue provocada pela bactéria Shigelose

Infecções intestinais e diarreia com sangue provocada por Shigela ou Shigelose

Os sintomas de infecção intestinal e diarreia constante podem ter diversas origens e causam grande desgaste no organismo.

Algumas dos sintomas de diarreia também incluem a diarreia com sangue ou diarreia liquida com mucosa sangrenta.

Estes sintomas podem ter origem por infecções intestinais causadas por bactérias ou fungos que desestabilizam o organismo.

A bactéria Shigela atua  no organismo provocando inflamação da mucosa intestinal, atacando o intestino delgado. Este tipo de diarreia e infecção intestinal é muito comum e são relatados inúmeros casos no Brasil e no mundo com esta doença.

As crianças pequenas são as que possuem maior risco de contrair esta infecção intestinal, pois s bactéria shigelose é transmitida através das fezes ou evacuações.

Esta doença de infecção intestinal provocada por shigelose pode produzir complicações em crianças muito pequenas, incluindo até convulsões, além da perda metabólica, desnutrição e desidratação.

Os sintomas da shigelose incluem diarréia (às vezes com sangue ou muco ), febre, vômitos, náuseas e cólicas abdominais. A maioria das pessoas se recupera sem tratamento, geralmente dentro de uma semana, embora os médicos possam prescrever antibióticos para pacientes para manter a recuperação orgânica e para evitar que a doença se espalhe.

Outros casos de diarreia com sangue e infecção intestinal podem ser provocados por outras bactérias e fungos, bem como por intoxicação alimentar e vírus que atacam o organismo.

Voce pode ver mais casos de doenças que atacam o intestino e outras causas da diarreia, diarreia constante, diarreia intestinal e infecção intestinal acessando os links desta página ou clicando na categoria diarreia ou infecção intestinal neste site.

 

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Diarreia causada por infecção intestinal devido à contaminação por Campilo bactéria

Diarréia por infecção intestinal causada por Campilobacteria: Campilobacteriose

A infecção intestinal mais comum em pessoas que apresentam diarreia constante é causada por uma bactéria denominada campilo bactéria. A infecção intestinal por essa bactéria é chamada de campilobacteriose.

Os sintomas de diarreia constante e de febre intestinal causada pela campilobacteriose é o tipo mais comum de diarreia na América.

Mais do que 90% dos casos de diarreia e diarreia constante são causadas por esta bactéria e estima-se que mais de 2 milhões de pessoas, ou quase 1% da população americana tem contato e infecção por esta bactéria a cada ano.

Campilobacteria vive em animais, especialmente em  aves. Os humanos são infectados após a ingestão de aves que não tenham sido bem cozidas.

Alguns surtos de diarreia também já surgiram após a contaminação desta bactéria em água contaminada ou leite não pasteurizado.

Os sintomas da doença começam 2 a 5 dias após a infecção e incluem diarréia (muitas vezes com sangue), cólicas e dor abdominal e febre. A maioria das pessoas recuperam-se sem maiores problemas dentro de 2 a 5 dias.

Outras causas da diarreia e da infecção intestinal causadas por bactérias e fungos podem ser encontradas e estudadas acessando-se os links desta página ou a categoria infecção intestinal e diarreia neste site.

 

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Síndrome diarréica: Diarréia aguda e diarréia constante – consequencias e tratamento

Condutas a serem tomadas no diagnóstico e no tratamento da Síndrome diarréica. Consequências da diarreia crônica ou diarreia constante

Os sintomas que envolvem a infecção intestinal,  diarreia aguda e diarreia crônica são muito prejudicais ao organismo, pois debilitam e comprometem nossa imunidade fisiológica.

Na síndrome diarréica, as perdas fecais de água e eletrólitos (sódio, cloro, potássio,

bicarbonato, etc.) estão aumentadas. A desidratação ocorre quando estas perdas não são

compensadas adeqüadamente.  Assim, desde o início de um processo de diarréia aguda,

antes que o paciente apresente desidratação, recomenda-se oferta de uma quantidade maior

de líquidos que a normalmente consumida, no intuito de cobrir as necessidades basais e

repor as perdas hidroeletrolíticas anormais.

No combate a estes fatores Ppdem ser utilizados sopas, chás, sucos, água do cozimento do arroz, leite e iogurte. Cloreto de Sódio  deve ser acrescentado aos alimentos fluidos na quantidade de 3,0 g/l. Devem sem  evitados refrigerantes por conterem quantidades elevadas de hidratos de carbono, alta osmolaridade e baixíssimas concentrações de eletrólitos. Água pode ser dada, de preferência acompanhando outros alimentos. A solução de reidratação oral (SRO) adotada pela OMS deve ser utilizada em conjunto com outros líquidos e mantendo-se a alimentação.

Para crianças menores de um ano de idade, iniciar oferecendo 50 a 100 ml da SRO após cada evacuação diarréica. Nas crianças maiores, oferecer 100 a 200 ml de SRO.

Salienta-se que algumas crianças necessitarão volumes maiores ou menores que o estipulado, devendo-se, portanto, respeitar a aceitação natural do paciente.

A avaliação do paciente desidratado deve ser feita de maneira rápida, precisa e objetiva para evitar que se retarde o início do tratamento. Na anamnese, além do interrogatório referente às características da síndrome diarréica, é importante perguntar os tipos e quantidade de líquidos e alimento efetivamente ingeridos durante o quadro, assim como os alimentos que o paciente recebia antes de ficar doente.

A OMS propõe classificar o estado de hidratação em três categorias: sem desidratação, com desidratação (leve ou moderada) e  com desidratação grave, conforme parâmetros apresentados em sequencia:

Criança sem sinais de desidratação: Na maior parte das vezes (cerca de 80 a 90% dos casos) a criança com diarréia aguda não apresenta sinais evidentes de desidratação. Institui-se nestes casos o tratamento preventivo da desidratação, que consiste em:

Orientar a família sobre a evolução esperada da doença, seus riscos eventuais e a conduta a seguir;

Recomendar uma  ingestão maior de líquidos, principalmente água, cereais cozidos, sopas, sucos e soro caseiro. Repare que as medidas necessárias para tratar de diarréia e reidratar uma pessoa são simples e muito baratas, sendo, portanto, bastante plausíveis para serem administradas aqui no CEPAS;

Ter cuidado com os chás, pois freqüentemente as mães usam alto teor de açúcar na sua preparação, tornando-os soluções hipertônicas, favorecendo a diarréia por mecanismo osmótico, além de freqüentemente a criança utilizar a mesma mamadeira de chá por horas, o que aumenta em muito a chance de contaminação deste líquido;

Manter a alimentação habitual, corrigindo eventuais erros alimentares;

Mostrar à família como  reconhecer os sinais de desidratação e como e onde procurar os Serviços de Saúde. Recomendar que caso haja  piora da diarréia ou apareçam sinais de desidratação, inicie a administração de soro de reidratação oral (SRO).  Para que isso seja possível,  é necessário que toda criança com diarréia, mesmo não estando desidratada, procure um Serviço de Saúde, receba envelopes de SRO e orientações de como usá-los.

 

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Infecção intestinal e diarreia causada por Salmonelose: Bactéria Salmonella e a infecção intestinal

Causas e consequencias da Infecção intestinal e diarreia causada por Salmonelose

Os sintomas de diarreia muito forte ou diarreia constante e a infecção intestinal são sinais de mal funcionamento do trato intestinal provocado, na maioria das vezes, por agentes nocivos ao organismo.

A mais comum das bactérias que provocam a infecção intestinal é a Salmonella. Trata-se de uma doença menos grave causada pela infecção por salmonela e estima-se que ela é até 20 vezes mais comuns nos casos de diagnósticos de diarreia e infecção intestinal.

Apesar de ser uma doença comum e um tipo de infecção mais presente na maioria dos casos, as complicações por esta doença ainda provoca muitas mortes por ano, principalmente pela falta de cuidados e procura por profissionais que possam detectar a doença e indicar tratamento adequado, ao invés de tentativas de tratamentos caseiros, muitas vezes prejudiciais.

A principal causa da infecção intestinal por Salmonella ocorre na ingestão de alimentos provenientes de animais contaminados, como ovos, aves e carnes, que podem causar a  salmonelose.

Os sintomas começam 12 a 72 horas após a infecção e incluem náuseas, cólicas, vômitos, diarréia, febre e dores de estômago. A doença geralmente segue seu curso em 4 a 7 dias. Somente é mais grave para bebês, crianças, idosos e pessoas com sistemas imunitários enfraquecidos que normalmente requerem tratamento. (Tratamento com antibióticos pode prolongar o tempo que leva para a bactéria Salmonella para deixar o corpo.)

Sempre é necessário que o diagnóstico ocorre corretamente para que o médico possa indicar ou não algum tratamento específico para a infecção, como forma de diminuir a debilidade natural que a doença produz.

Veja mais sobre infecção intestinal, diarreia constante, diarreia muito forte, fezes verde, acesse estas categorias neste site ou clique nos links desta página.

 

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Infecção Gastrointestinal: Infecção intestinal e diarreia – Quais os principais sintomas de infecções gastrointestinais

Alguns sintomas podem indicar uma infecção gastrointestinal e deve ser observado para que diminua as complicações advindas desta doença. Veja sobre infecção intestinal e diarreia constante clicando nestes links.

Os principais sintomas que envolvem e indicam a infecção gastrointestinal são: febre alta, náuseas, vômitos, diarreia muito forte e dor abdominal.

O que fazer quando a pessoa está sofrendo de diarreia crônica ou infecção intestinal e infecção gastrointestinal:

Alguns tratamentos caseiros são válidos para casos de diarreia e para reconhecer a gravidade ou não do quadro clínico. É importante ressaltar a consulta a um médico para garantir que estes sintomas sejam esclarecidos e que não se demore a diagnosticar a doença para minimizar as consequências da diarreia.

Na maioria dos casos de diarréia infecciosa a terapêutica de  reposição hídrica e mineral será suficiente para o controle do quadro, permitindo assim que ela tenha sua evolução natural, à custa dos mecanismos de defesa do hospedeiro. Entenda-se como método de reposição a oferta  oral de líquidos, de preferência os que contenham glicose e sódio, pois o  evento absortivo do intestino delgado permanece fisiologicamente inalterado durante o processo infeccioso, de tal forma que a absorção ativa de glicose, na presença de íons sódio, carrega grandes volumes de água para o interior do enterócito e depois para a circulação sanguínea, aumentando a volemia.

Soluções comerciais ou preparados caseiros contendo glicose e sódio (um litro de água fervida, uma xícara de suco de laranja, meia colher de chá de sal de cozinha e quatro colheres de sopa de açúcar) deverão ser oferecidos se o doente não apresentar vômitos importantes.

É recomendado que o doente continue, tanto quanto possível, a se alimentar, visto que o aproveitamento dos nutrientes pela mucosa absortiva não se encontra prejudicado, além de ser um momento em que a reposição da reserva calórica, consumida durante a infecção, é de todo desejável. A alimentação é tão importante quanto a hidratação na abordagem da diarréia.

Em caso de crianças pequenas o aleitamento materno, se usado, deve ser mantido e incentivado, mesmo durante a reidratação. Para as outras crianças, assim que estiverem hidratadas, fornecer alimentação habitual, inclusive leite de vaca não diluído.  Lembrar que o mais importante é um bom aporte calórico nestas crianças, utilizando alimentos densamente calóricos e microbiologicamente adequados. Por isso, não há qualquer restrição alimentar ao uso de gordura (óleo, manteiga, etc.) na alimentação da criança com  diarréia. Se possível, fazer uma suplementação de uma refeição a mais  dia, para compensar as perdas nutricionais causadas pela diarréia. Essa suplementação alimentar deverá ser mantida até a recuperação nutricional destas crianças. Restrições dietéticas temporárias podem estar limitadas aos lácteos, e àqueles alimentos mais ricos em fibras, que absorvem água durante seu transito intestinal, além de produtos contendo cafeína, pelo aumento que ela produz nas taxas de AMP cíclico, responsável direto pela secreção de água e eletrólitos nas diarréias secretoras. Afora essas poucas limitações, deve-se  deixar claro que nenhuma dieta é capaz de prejudicar  a evolução tanto da diarréia, quanto dos sintomas que a acompanham. Nos poucos doentes com sensibilidade gástrica, dor ao se alimentar e facilidade para vômitos, a sugestão é evitar, por alguns dias, alimentos condimentados ou muito quentes, sabidamente irritantes da mucosa. A utilização de antidiarréicos, se por um lado reduz a motilidade intestinal e, como conseqüência, diminui significativamente as perdas hídricas, por outro, favorece um maior tempo de permanência do agente ou de sua toxina no ambiente entérico, sendo, portanto, uma medida discutível. Os antimicrobianos terão indicação em situações restritas, particularmente nas formas arrastadas ou toxêmicas destas infecções.

 

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Causas da infecção intestinal e diarreia constante: Infecção intestinal por Cepas – bactérias, fungos e agentes nocivos

As principais causas da infecção intestinal e da diarreia constante: Infecção por cepas e bactérias

As bactérias estão presentes em nosso ambiente e logicamente em tudo que tocamos, ingerimos e até respiramos. A infecção intestinal e a dirréia causada por bactérias, fungos e/ou cepas podem provocar desestabilização séria em nosso organismo e consequentemente debilidade do nosso sistema imunológico.

A infecção intestinal e a dirréia crônica ou diarreia constante é sinal de que algo em nosso organismo está tentando se defender de uma substância nociva e prejudicial no trato intestinal.

Várias cepas diferentes como a Salmonella  são que bactérias podem causar a doença intestinal. A bactéria Salmonella typhi  causa a doença mais grave, a febre tifóide, que é comum em países em desenvolvimento. O Centro Nacional de Doenças Infecciosas relata uma estimativa de 12,5 milhões de casos de febre tifóide no mundo a cada ano. Nos Estados Unidos, cerca de 400 casos ocorrem a cada ano, a maioria em pessoas que viajaram para países em desenvolvimento.

A febre tifóide é transmitida quando as pessoas comem ou bebem água ou alimentos contaminados com a bactéria.

As pessoas infectadas podem ter, além da infecção intestinal e diarreia forte,  uma febre alta, dor de cabeça, cansaço ou fraqueza extrema, dor de estômago, perda de apetite e, às vezes uma erupção na pele de forma plana e vermelha. A vacinação para viajantes pode ajudar a prevenir a febre tifóide, e os antibióticos podem ajudar os pacientes que se tornam doentes.

A diarreia constante e a infecção intestinal também prejudica todo o sistema  Gastrointestinal, ou seja, significa que pode provocar alterações sérias nos  órgãos do sistema digestivo, o sistema que processa alimentos. Este sistema  inclui a boca, esôfago, estômago, intestinos, cólon e reto e outros órgãos envolvidos na digestão, incluindo o fígado e o pâncreas.

A doenças no Intestino, como a infecção intestinal provoca alterações e mal funcionamento dos tubos musculares em que o alimento passa através e durante a digestão depois de sair do estômago.

Quando afeta Fígado que é um órgão grande localizado por baixo das nervuras no lado direito do corpo. O fígado realiza numerosas e funções químicas essenciais para a saúde e as alterações no curso deste funcionamento provoca quebra da imunidade e favorecimento de inúmeras doenças.

É importante averiguar e tratar adequadamente a infecção intestinal e os sintomas de diarreia constante, pois receitas caseiras e tentativas de conter os sintomas podem mascarar uma doença mais séria e as consequências serão sentidas tarde quando da procura de um especialista.

Voce pode ter mais informações neste site sobre infecção intestinal, diarréia constante, diarreia crônica, diarreia verde, fezes verde, etc. acessando estas categorias ou clicando nos links deste post.

Há mais de 200 posts explicando e comentando sobre infecção intestinal e diarreia neste site. Clique e confira.

 

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As consequências da diarreia: Diarréia e Infecção Intestinal – O que fazer quando está com o intestino solto

Os sintomas de intestino solto ou diarreia constante e diarreia crônica é uma situação que informa que algo não está agindo bem em nosso organismo.

A diarreia constante ou a infecção intestinal são sinais metabólicos de mal funcionamento, intoxicação ou reação a componentes ou agentes infecciosos que precisam ser considerados de forma séria, pois as consequências podem debilitar severamente nosso organismo.

Se levarmos ainda em conta que a maior parcela de doentes nesta situação, especialmente adultos, busca adotar medidas caseiras ou mesmo só observação, na expectativa da resolução deste quadro, torna-se possível imaginar a grandiosidade do problema, particularmente em países como o nosso (e comunidades como a do CEPAS), em que os conceitos de higiene e cuidados com alimentos e água estão muito longe dos índices mínimos de qualidade preconizados  pelas organizações de Saúde.

A má higienização e a pouca preocupação na preparação e cozimento de muitos alimentos fazem com que a pessoa fique sujeita a parasitas e outros vermes que irão agir de forma maligna em nosso sistema digestivo.

Conseqüentemente, as populações de idades extremas,  crianças e idosos imunologicamente despreparados, estarão mais  suscetíveis de contraírem e sofrerem complicações decorrentes de infecções digestivas, as quais contribuem, lamentavelmente, para o aumento nas taxas de mortalidade daquelas faixas etárias.

Os patógenos entéricos se encontram distribuídos por todo o mundo, podendo-se esperar algumas prevalências conforme localização geográfica (ao se considerar países desenvolvidos ou não), tendo nos seres humanos seus maiores reservatórios, quer na condição de doentes, quer na de meros portadores assintomáticos. Vale ressaltar que animais caseiros são pequenas fontes de algumas transmissões.

Desta forma, a grande via de contaminação é a  fecal-oral, por  contato direto, o que ocorre em  ambientes coletivos, como  escolas, casas de idosos e piscinas,  ou por meio de alimentos, ou água contaminados,  seja por  inadequada limpeza,  métodos de purificação e manipulação, ou ainda por falha no acondicionamento apropriado, o que acontece em estabelecimentos fornecedores de alimentos. Outra via de transmissão reconhecida é a determinada por  contatos sexuais (sexo anal seguido de oral, como um dos exemplos).

Os vários agentes infecciosos, por si só, promovem diferentes comportamentos clínicos, desde os de apresentação benigna ou oligossintomática, até formas graves de desidratação etoxemia, igualmente com períodos distintos de incubação, que podem ser de horas ou dias. Os adultos sadios tendem a evoluir, diante da maioria das infecções, com quadros pouco comprometedores e em geral espontaneamente contornáveis, eventualmente necessitando de medicação sintomática e mais raramente de tratamento específico.  As manifestações clínicas principais regridem sem complicações em  3 a 5 dias, sem que os doentes interrompam suas atividades ou procurem alguma orientação médica.

Em poucos casos os sintomas se arrastam por maior tempo, trazendo preocupações e desconforto, as quais sugerem a necessidade de abordagem medicamentosa, que deve se basear principalmente nos achados clínicos e, caso necessário, nos exames complementares, que serão solicitados de acordo com a interpretação epidemiológica e clínica. As características das evacuações podem vir a sugerir o modelo e localização da infecção e sua provável evolução.

Veja neste site as principais consequências da diarreia adulto e da diarreia infantil, nem como as causas mais frequentes de infecção intestinal acessando estas categorias no site ou clicando nos links desta página.

 

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