Dor nos olhos, inchaço nos olhos, Dor de cabeça muito intensa: Cefaléia intensa e dor nos olhos

Dor de cabeça intensa e dor nos olhos: Hiperemia conjuntival e cefaleia intensa de curta duração e inchaço nos olhos

As pessoas acometidas por esta doença apresentam cefaleia intensa, ou seja uma dor de cabeça muito intensa e dor nos olhos, principalmente uma dor unilateral do trigêmeo associada a lacrimejamento.

A dor é muito intensa, com pontadas rápidas acompanhadas de dor em um dos olhos, a pessoa lacrimeja e sente dor interna no olho.

Esta dor é unilateral, ocupa somente um dos olhos ou um dos lados da cabeça. Trata-se de uma cefaleia que está associada a outros sintomas provocando uma Síndrome denominada Síndrome SUNCT.

A síndrome SUNCT (cefaleia de curta duração, unilateral, neuralgiforme com hiperemia conjuntival e lacrimejo) é uma cefaleia primária caracterizada por dor unilateral do trigémeo, associada a sintomas autónomos cranianos ipsilaterais (injeção conjuntival e lacrimejamento).

A prevalência está estimada em aproximadamente 1 em 15.000. É ligeiramente mais predominante em indivíduos do sexo masculino (proporção homem/mulher de 1,5:1), com idade média de apresentação por volta dos 50 anos.

Alguns casos do síndrome de SUNCT foram descritos em crianças. A doença manifesta-se através de ataques de dor estritamente unilateral, de intensidade moderada a grave.

A dor é descrita como latejante e aguda. A síndrome geralmente afeta o ramo oftálmico do trigémeo, embora raramente, possa afetar qualquer parte da cabeça.

Na maioria dos casos, os ataques de dor são desencadeados por estímulos cutâneos (mas não por álcool ou nitroglicerina).

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Intoxicação alcoólica – Excesso de massa adiposa na cabeça, no pescoço e tronco superior

 

Lipomatose simétrica familiar é caracterizada por uma grande acumulação simétrica da massa adiposa ao nível da cabeça, do pescoço e do tronco superior. A prevalência é desconhecida, mas a incidência é de um em 25 mil. Ocorre principalmente em homens entre 30 e 60 anos de idade. 

 

O acúmulo de tecido adiposo aumenta progressivamente, muitas vezes levando a uma perda de mobilidade do pescoço e causa forte dor. Ela é frequentemente associada a intoxicação por álcool e a neuropatia é comum. A resistência à insulina também tem sido descrita, mutações no DNA mitocondrial são identificadas em alguns casos, geralmente quando acontece no contexto de doença multissistêmica familiar. 

 

Os cuidados giram em torno de prevenir a intoxicação alcoólica, se houver. Até o momento, não há tratamento farmacológico, diferente do utilizado para gerenciar a desordem metabólica associada possível. Na ausência de prevenção, essa síndrome não costuma resolver, é habitualmente associada a um grande risco de doença cardiovascular resultante da resistência à insulina. A gerência cirúrgica (lipoaspiração, por exemplo) pode ser proposta se as massas adiposas tornarem-se um incômodo devido ao grande volume, mas o prognóstico para a recorrência ainda não foi claramente estabelecido.

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