Infecção intestinal – Infecção por Salmonella – Enterocolite – Infecção alimentar

A infecção intestinal por Salmonella pode ocorrer por duas espécies, Salmonella enterica e Salmonella bongori, e diferente sorotipos com base na composição antigênica com relação aos antígenos O (somáticos), Vi (capsular) e H (flagelar).

As doenças intestinais e a infecção associadas a algumas salmonelas não possuem flagelo, outras possuem flagelo, bacilos Gram negativos aeróbios, são invasivas, embora não provoquem ulcerações extensas na mucosa intestinal.

A patogenia das salmonelas varia de acordo com o tipo sorológico, idade e condições de saúde do hospedeiro.

A Salmonella Typhi é o agente da febre tifóide, que é caracterizada por febre, dor de cabeça, diarréia, dor abdominal podendo produzir, ainda, danos respiratórios, hepáticos, esplênicos e/ou neurológicos.

As salmonelas paratíficas causam uma infecção bastante semelhante à febre tifóide.

De modo geral, os demais sorotipos de Salmonella, no adulto normal, apenas uma enterocolite que evolui sem complicações e desaparece dentro de uma semana ou menos.

Como estas salmonelas são geralmente veiculadas por alimentos (principalmente leite e produtos avícolas), a infecção é também denominada toxinfecção de origem alimentar.

Existem 2.324 sorotipos de salmonelas, entre os quais 1.367 pertencem

a subespécie enterica.

Dentro desta subespécie estão contidos cerca de 99,5% dos sorotipos isolados.

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Infecção Intestinal: Porque ocorre a infecção intestinal

Uma das causas da infecção intestinal ocorre devido a contaminação pela bactéria  H. Pilori

A infecção intestinal provocada pela bactéria Helicobacter pylori coloniza preferencialmente a superfície epitelial e as criptas gástricas, atravessando a camada mucosa que recobre o estômago e produzindo a gastrite crônica ativa (gastrite tipo B).

Esta infecção gástrica é  caracterizada por mudanças histopatológicas no epitélio, com aumento de células mononucleares e presença de infiltrado neutrofílico comprometendo as células secretórias de muco.

A doença pode se manifestara de forma  sintomática ou assintomática. Geralmente o H. pilori não está associado com a gastrite crônica auto-imune tipo A, a qual compromete o corpo gástrico.

Tendo sido demonstrado que a infecção por H. pilori persiste ao longo

do tempo produzindo gastrite crônica, muitos pesquisadores tentam mostrar a

participação deste com fator de risco no desenvolvimento do câncer gástrico.

Trabalhos experimentais demonstraram a capacidade de H. pilori produzir substâncias extracelulares que podem atuar como fatores de virulência ou coadjuvantes na instalação da infecção.

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