Doença que provoca olhos caídos: Pálpebras caídas e doença progressiva dos músculos oculares

Os sintomas de olhos inchadosPálpebras caídas, doença dos músculos oculares e fraqueza muscular progressiva ocorre por uma doença denominada oftalmoplegia crônica.

Esta doença ocular com fraqueza muscular progressiva da pálpebra provoca o fechamento do olho, pois acontece a dificuldade de abrir as pálpebras sendo que estes sintomas podem ser totalmente e permanentemente isolado. No entanto, em uma minoria dos casos está associada com miopatia esquelética, que envolve os músculos predominantemente axiais ou proximal e que causa cansaço anormal e fraqueza muscular mesmo permanente.

Neste caso, a afecção é ainda denominado oftalmoplegia progressiva isolado externo. Uma grande proporção de oftalmoplegias crônicas estão associadas a outros sintomas, levando ao padrão desta doença multissistêmica. Os sintomas associados são muito diversos: sinais neurológicos (perda de audição, retinopatia, distúrbios cerebelares, neuropatia periférica, etc), doenças endócrinas (diabetes, hipogonadismo, hipoparatireoidismo, etc), rins (insuficiência renal, tubulopatia, etc) e distúrbios cardíacos (distúrbios de condução, miocardiopatia, etc.) Algumas associações de sintomas permitir a identificação de síndromes apresentando oftalmoplegia, como Kearns-Sayre ou encefalopatia mioneurogastrointestinal (MNGIE). As causas de oftalmoplegia crônica são múltiplas. A maioria das afecções são devidos a uma doença mitocondrial mas a causa da disfunção mitocondrial é variável (mutações pontuais, deleções do DNA mitocondrial, alterada do gene nuclear com efeitos sobre o ADN mitocondrial, tais como a fosforilase thymidime em MNGIE). Outras etiologias são sugeridas miastenia clássica, distrofia oculofaríngea e síndrome miastênica congênita. Todos os três afetos resultado em manifestações isoladas musculares, sem defeitos multissistêmicas, enquanto doenças mitocondriais levar a ambas as formas estritamente musculares e formas generalizadas e multissistêmica.

 

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Inchaço nos olhos – Inchaço nas pálpebras – sintoma da doença de Chagas

Um dos sintomas iniciais característicos na doença de Chagas é o inchaço nos olhos e inchaço das pálpebras que ocorrem em pessoas que foram infectadas na doença de Chagas.

inchaço nos olhosA tripanossomíase americana, também chamada de doença de Chagas é uma parasitose estritamente causada por protozoários flagelados do gênero Trypanosoma cruzi.

A doença afeta cerca de 16 a 18 milhões de pessoas nas zonas endémicas da América Latina, do Texas até o norte da Argentina com 40% dos casos ocorrem no Brasil.

Esta doença é transmitida pela picada (durante o período noturno) de várias espécies de insetos que infestam o homem e que vivem em zonas rurais ou zonas mais pobres. Os parasitas são excretados nas fezes dos insetos hospedeiros humanos e penetram através da mucosa ou através de arranhões na pele. O parasita também é transmitido através de transfusões e transplantes, e de mãe para filho através da placenta ou leite materno. Após a multiplicação localizada, o parasita é então dispersos em órgãos-alvo (principalmente o plexo nervoso intestinal ou cardíaca), através invasão da corrente sanguínea. A fase aguda após a infecção é geralmente assintomática, mas pode levar à febre, mal estar, mialgia, cefaléia e uma lesão furúnculo-like (chagoma), geralmente na região da cabeça.

A contaminação da conjuntiva leva à formação de um complexo conhecido como sinal patognomônico Romano: um edema geralmente indolor de uma ou ambas as pálpebras acompanhada de inchaço dos gânglios linfáticos e, em alguns casos, conjuntivite.

Esta fase aguda pode ser fatal em crianças de tenra idade (nos casos de edema cerebral), mas na maioria dos casos os sintomas desaparecem espontaneamente dentro de 4-8 semanas. Em mais de um terço dos indivíduos infectados, a fase crônica da doença surge após um período de latência de duração entre 10 e 30 anos. Isso se manifesta na fase crônica como lesões irreversíveis, afetando principalmente as cardíacas (20 a 40% dos casos), digestivo (megaoesofago e megacólon em 6-15% dos casos) e neurológico (3% dos casos). A forma crônica também está associada com um risco de encefalopatia crônica e morte súbita. O diagnóstico é feito após a detecção de tripanosomas no sangue na fase aguda ou através de testes sorológicos. O tratamento da fase aguda envolve a administração de nifurtimox ou benzonidazol. A cardiopatia crônica e ampliação do órgão de gestão exigem adaptação. Profilaxia gira em torno de uma abordagem anti-vetorial e melhoria das condições de vida.

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Defeito nas pálpebras – Criança que não consegue fechar os olhos – Dobras nas pálpebras – Blefarofimose – Ptose

Esta síndrome é caracterizada por uma rara condição genética com prevalência inferior a um para cada 5000 nascidos. Provoca defeito nos olhos com fenda palpebral e dobras nas pálpebras

dobras nas pálpebras - criança que não consegue abrir ou fechar os olhos

dobras nas pálpebras - criança que não consegue abrir ou fechar os olhos

Trata-se de uma blefarofimose com ptose epicanto inversus com redução geral da abertura das pálpebras, ptose, telecanto, com aumento da distãncia entre o canto interno dos olhos, epicanto inversus, dobra decorrente da pálpebra inferior prorrogada para cima cobrindo o canto do olho.

Esta síndrome apresenta dois subtipos:

No tipo 1, as anomalias das pálpebras estão associadas a infertilidade feminina e insuficiência ovariana devido à menopausa prematura.

No tipo 2, são observadas apenas anomalias palpebrais e não aprecem outros sintomas

Em ambos os casos de transmissão é autossômica dominante e o gene foi mapeado em 3q23.

Mutações no gene FOXL2 foram identificadas em ambos os tipos desta síndrome

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