Descamação da pele: Pele descascando e eritrodermia ictiosiforme

Os sintomas de Descamação da pele: Pele descascando e eritrodermia ictiosiforme

A descamação da pele e a eritrodermia ictiosiforme congênita pode ser sintomas associados a uma síndrome que provoca hemidisplasia e defeitos nos membros em crianças pequenas.

descamação da pele

descamação da pele

Esta doença caracteriza-se por eritrodermia ictiosiforme e hemidisplasia elvando a defeitos nos membros em crianças com o nevo congênito.

Esta síndrome é um defeito congênito raro multissistêmico caracterizada por eritema e descamação unilateral, com uma demarcação distinta no meio do tronco.

A dermatose ou está presente ao nascimento ou desenvolve durante as primeiras semanas de vida.

Os defeitos dos membros ipsilateral pode variar de hipoplasia de alguns dedos à completa ausência de uma extremidade.

A Hipoplasia ipsilateral de outras partes do esqueleto, bem como defeitos do cérebro e as vísceras podem ser encontrados.

Esta síndrome acontece em crianças e é um defeito no X-lig do sexo masculino, letal traço dominante causado por mutações no gene NSDHL (NAD (P) H esteróides, como a proteína desidrogenase localizado em Xq28 e envolvidos no metabolismo do colesterol.

Nenhum tratamento específico está disponível. O objetivo da terapia é reduzir a morbidade e prevenir complicações.

 

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Pele ressecada e pele descascando: Doença da pele – Psoríase e doenças dermatológicas

Estima-se que pelo menos 30% de 75 % de pacientes dermatológicos possuem fatores psíquicos significativos, associados ou contribuintes no desenvolvimento e evolução da enfermidade cutânea. Estes aspectos psicológicos podem interferir na indução, manutenção e exacerbação destas dermatoses (Cotapos & Gluck, 1994).

doença da pele, psoríasePatrús (1991; apud Gartner, 1998) menciona a questão do stress emocional associado a  diversas doenças dermatológicas, apontando para a exacerbação de sintomas, a partir da liberação através do sistema nervoso central de neuropeptídeos, secundariamente ao stress emocional. No caso da Psoríase, estes estariam estimulando a produção excessiva de hormônios adrenocorticotrópicos, ou seja, os denominados cortisóides e, possivelmente promoveria o surgimento e /ou agravamento da patologia.

Ballone (2001), relata o importante relacionamento entre os fatores psicológicos e o stress com as doenças infecciosas associados diretamente a psico–imunologia. Sendo que, uma das principais funções do equilíbrio do organismo (homeostasia) seria protegê-lo das agressões externas, impedindo as multiplicações dos agentes infecciosos e a formação de colônias internas, proporcionando resistência às infecções. As emoções estariam fortemente presentes na vulnerabilidade e na suscetibilidade a infecções.

Para o autor os mecanismos inespecíficos deste sistema de defesas seriam constituídos pela pele, cílios, presença de ácidos nas superfícies e substâncias inibidoras da proliferação de germes.

Ballone (2001), refere-se a estas infecções como doenças auto–imunes ou de auto–agressão. Nota-se que se tratam de doenças, cuja etiologia refere multifatores como o stress e os fatores psicossociais no desenvolvimento, evolução e agravamento. As quais desenvolveriam reações imunológicas levando a lesões localizadas ou sistêmicas. Fazendo parte deste grupo de doenças a artrite reumatóide, o lúpus eritematoso sistêmico, a esclerose sistêmica progressiva, a polimiosite – dermatomiosite, a tireoidite autoimune, a colite ulcerativa e outras.

Para Iamada (2001), no campo das doenças dermatológicas consideradas como moléstias relacionadas a alterações emocionais, seja agravando–as ou agindo como uns dos fatores desencadeantes, podemos considerar a Psoríase, a alopecia areata, a neurodermite, o vitiligo, entre outras.

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